O passado e o presente das personalidades em ilustrações

Michael Jackson em duas fases: infância e vida adulta

Michael Jackson em duas fases: infância e vida adulta

Imagine se encontrar com você mesmo, mas em uma versão bem mais jovem! Curioso né? É praticamente uma volta ao passado. A ideia, inspirada em um anúncio de revista, levou o ilustrador colombiano Fulvio Obregon, mais conhecido como Fulaleo (nome artístico), a criar uma série de ilustrações batizadas de “Yo & Mi Outro Yo” (Eu e meu outro eu). O detalhe que diferencia as obras do artista, é que ele usa e abusa de montagens com fotos recentes e antigas, sempre com um pitada de sarcasmo e bom humor. Veja só que interessante:

Steve Jobs

Steve Jobs

Paul McCartney

Postado ao som Bitter Sweet Symphony – The Verve (1997)

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Pai veste as filhas como lendários rockstars

Mini Bowie: ficou um graça, gente!

A cada dia me surpreendo mais e mais com a criatividade de algumas pessoas. Para sair da rotina e oferecer inspiração à seus alunos, o professor e fotógrafo inglês Simon Murphy teve uma ideia genial: fotografar as filhas Lola (4) e Biba (5) caracterizadas como lendas do rock. A ação faz parte do #365project e foi criada esse ano. Confira o resultado dessa iniciativa fofa e inovadora:

Jimi Hendrix

Jimi Hendrix

Axl Rose

Axl Rose

Janis Joplin

Janis Joplin

Keith Richards

Keith Richards

John Lennon

Esse foi só um aperitivo! Se quiserem conhecer melhor o trabalho desse incrível profissional, acessem o site oficial dele ou o perfil no instagram.

Numa próxima oportunidade, ele bem que poderia incluir na lista de famosos; o quarteto magistral Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon, Steven Tyler, Mick Jagger e Elvis Presley. A realeza não pode ser esquecida!

Postado ao som Rock And Roll – Led Zeppelin (1971)

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Na Trilha do Rock: Show do Queen + Adam Lambert em São Paulo

Eu e minha mãe, felizes da vida, na fila para entrar no Ginásio

Esperei tanto tempo para escrever esse texto e na verdade nem sei por onde começar. A verdade, é que ainda não caiu a ficha! Caramba, não dá para acreditar! Antes, tudo parecia tão distante e impossível na minha cabeça, mas agora sei que não devo duvidar dos meus sonhos. Pela primeira vez, vi minha banda preferida ao vivo. E foi em grande estilo! Claro que não se compara à imensidão de um Rock in Rio, mas foi um belo evento. Naquele dia, São Paulo parou! A realeza do rock fez tremer o ginásio.

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Experiência incrível que nunca vou esquecer

Tentei descansar, mas a ansiedade tomou conta. Eu só pensava no show. Prontamente, me arrumei e segui rumo ao Ibirapuera, acompanhada da minha mãe. Outra apaixonada por rock, e em especial, pelo Queen. Ela é minha parceira em todos os momentos, até nas mais loucas aventuras. Ao chegarmos, nos deparamos com uma fila imensa de fãs que se dividia entre os setores. Todos caracterizados com camiseta, bandeira do Brasil e outros apetrechos. Nos pés, um sapato bem confortável para aguentar várias horas em pé. Só para entrar no Ginásio, esperamos duas horas e depois mais três até começar o show. Quem assiste da pista, está longe de ter os privilégios da turma da arquibancada, mas a oportunidade de ficar muito próximo do ídolo, compensa todo o cansaço e sacrífico. Por vezes, revezamos com o pessoal, sentando no chão, e o calor foi inevitável. Estávamos tão perto uns dos outros que era difícil se movimentar. E se nós nos mexêssemos demais, perdíamos o lugar. Beber algo era um luxo para poucos. O ambulante não vencia com os produtos. Todos queriam comprar ao mesmo tempo. Um perrengue!

Mas tudo melhorou quando a abertura começou e a música de suspense agitava o público. Foi uma ótima sacada da produção: colocar um pano gigante para gerar mais curiosidade. Ao som de “One Vision”, surge a silhueta de Brian e os fãs vão ao delírio, gritando e esperneando. Nessa hora, eu já estava pirando de emoção junto com o pessoal! Não sei como não fiquei rouca, foi um milagre! E de repente, puxam o pano e Adam Lambert aparece maravilhoso naquela roupa de couro, todo performático e sensual. E que carisma! Conquistou a multidão com sua energia e incorporou o roqueiro! Arrasou! Foi ousado e deu conta do recado.

Em alguns momentos, talvez, tenha exagerado um pouco, mas todos são passíveis de erros. A voz encantou à todos. Que potência! E a todo momento, ouvia-se o som da red special (guitarra) de May ecoando pelo ginásio. E ele parecia muito empolgado e feliz! Brincou, correu pra galera e mostrou que está em plena forma. Em Love Of My Life, arriscou falar algumas palavras em português e soltou as seguintes frases: Boa noite! Tudo bem? Ótimo estar de volta ao Brasil! Vocês querem cantar comigo?”.

Já Roger, como sempre mais reservado, durante boa parte da apresentação se manteve focado à bateria. Até que  ele soltou o vozeirão rouco e emocionou à todos, em These Are The Days Of Our Lives, uma singela homenagem à Freddie e John. Chorei em vários momentos, foi demais! Uma experiência que marcou minha vida!

Publicado ao som de Love Of My Life – Queen (1975)

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Annie Leibovitz: a fotógrafa das celebridades

Annie: com a câmera em mãos ela faz verdadeira mágica

Sensibilidade e talento, essas são as palavras que descrevem bem a fotógrafa americana Annie Leibovitz, conhecida como uma das profissionais mais influentes do mundo. O motivo? Simplesmente porque as imagens mais incríveis dos nossos famosos preferidos  foram feitas por ela. Muitos dos ensaios estampam as capas de revistas como Vogue e Vanity Fair. Sua especialidade é fazer releituras dos contos de fada da Disney, clássicos como a saga intergalática Star Wars, entre outros, sempre com um toque de mistério e imponência. Angelina Jolie, Amy Adams, Christina Ricci e Johnny Depp são alguns dos artistas que já posaram para Annie. Dá só uma olhada:

Angelina Jolie

Angelina Jolie

John Mayer

John Mayer

Heath Ledger e o diretor Christopher Nolan

Keira Knightley como a personagem Dorothy de

Keira Knightley

Quer mais? É só visitar a página oficial dela no tumblr para continuar apreciando as produções. Realmente, é um belo trabalho. Tenho que tirar o chapéu!

Postado ao som de Firework – Katy Perry (2010)

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O misterioso caso de Elisa Lam

Um dos meus passatempos favoritos é pesquisar sobre lendas urbanas, fatos inexplicáveis e histórias misteriosas que circulam pela internet. Isso pode parecer meio esquisito, mas me atrai. Talvez eu fique uns dias sem dormir, mas não deixo de ler sobre o assunto. E esse meu gosto peculiar me levou a um dos casos mais bizarros e assustadores que já ouvi falar.

A primeira vez que assisti foi no canal “Que Diabo é Isso?” do Izzy Nobre. E depois, acabei descobrindo por acaso o Assombrado.com.br, que na minha opinião é o melhor do gênero.  Certo dia, enquanto navegava por lá me deparei com a intrigante história de Elisa Lam, uma jovem de 21 anos de Vancouver, no Canadá, que em 2013 foi encontrada morta dentro de uma caixa d’água, no último andar do “Cecil Hotel” em Los Angeles (EUA). Ficou curioso? Então assista com atenção o vídeo e confira os desdobramentos do caso que chocou o mundo.

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Johnny Depp estrela campanha da Dior

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Uma fragrância masculina bastante exótica que une aromas de bergamota, pimenta e extrato de patchouli entitulada “Selvagem”, foi lançada mundialmente pela Dior na última quarta-feira. Com a direção de Jean Baptiste Mondino e estrelado por Johnny Depp,  o vídeo do comercial foi filmado no deserto de Joshua Tree, na califórnia, e mostra o ator em diferentes momentos: tocando guitarra, cavando um buraco para enterrar seus acessórios e mais algumas loucuras. Confira:

Postado ao som de Little Lion Man – (Johnny Depp & Bruce Witkin)

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Nós que aqui estamos, por vós esperamos: Um breve relato sobre o século XX

 Trabalhadores do metrô: pessoas que viviam em condições precárias e lutaram pelo progresso

Trabalhadores do metrô: pessoas que viviam em condições precárias e lutaram pelo progresso

O mundo constantemente passa por transformações. No começo do século passado, historiadores, filósofos, líderes políticos, ditadores e trabalhadores fizeram história. Os direitos garantidos por lei hoje nem sequer existiam naquela época. Muitos, por conta disso, sofreram as consequências e acabaram perdendo a vida em prol do progresso no cenário econômico, político e cultural. O estilo de vida mudou, a perspectiva dos acontecimentos, o jeito de pensar e agir. O homem buscava incessantemente se reinventar.

Tive contato com um documentário que considero um das grandes obras-primas do cenário cinematográfico. Baseado no livro “A Era dos Extremos” de Eric Hobsbawm, “Nós que aqui estamos, por vós esperamos”, produzido por Marcelo Masagão e lançado em 1999, resgata parte da história do século XX, dando destaque à acontecimentos e figuras emblemáticas . O título do filme é bastante sugestivo mas difícil de ser compreendido logo de primeira. Eu mesmo, demorei um bom tempo para relacionar uma coisa a outra. Mas quando você pega o fio da meada, tudo se encaixa e começar a fazer sentido. Me encantei assim que assisti, pois é uma bela reflexão sobre quem somos e qual é a nossa verdadeira missão aqui na terra. Foi uma ótima sacada do diretor e teve o merecido reconhecimento no famoso Festival de Gramado, faturando o prêmio de Melhor Montagem e no Festival de Recife, ganhou nas categorias Melhor Filme, Melhor Roteiro e Melhor Montagem.

Apesar de não ter sido veiculado em todas as salas de cinema do país, o longa foi criado com o intuito de ser um material didático, apresentando uma soma de imagens impactantes e reais. É utilizado de forma ilustrativa no estudo da Sociologia em muitos colégios, como forma de elucidar questões específicas de cada época e fazer o aluno pensar, se emocionar, questionar-se.

Reisfeldt mergulha em direção ao inevitável: a morte

O conteúdo apresentado não têm ordem cronológica. Foi organizado conforme a importância. Durante todo o documentário, o autor faz clara referência à morte, principal temática abordada. A partir daí, as histórias vão se entrelaçando e os personagens passam a ser conhecidos. Masagão também utiliza de sutilezas para deixar implícito algumas coisas. E em outros momentos, choca pelos detalhes. Para mim, uma das cenas mais marcantes do filme é a do alfaiate francês M. Reisfeldt, que queria provar para si mesmo que era possível voar. Para isso, ele criou uma roupa especial que “garantia” a realização do feito. Contudo, já imaginam o que aconteceu. Diante de nossos olhos, vemos Reisfeldt mergulhando em direção ao destino inevitável. Chega a ser assustador. Nos sentimos impotentes e insignificantes.

Kamikazes, os “heróis” japoneses posam para foto

Outro exemplo que posso citar são os Kamikazes, nome dado aos pilotos de aviões japoneses carregados de explosivos cuja missão era realizar ataques suicidas contra os navios dos Aliados nos momentos finais da campanha do Pacífico na Segunda Guerra Mundial. No filme, a figura de Kato Matsuda ganha destaque como um dos muitos exemplos de jovens que destinavam-se a ter esse triste fim para poupar o sofrimento vivido na época. Antes de partir, ele deixou uma carta a família onde dizia: “conforta-me aquele velho ditado japonês; a morte é mais leve que uma pluma. A responsabilidade de viver é tão pesada quanto uma montanha”. Difícil julgar os outros numa situação como essa. Isso mostra que a vida é passageira. Mas algum decidem ir antes. Enquanto estamos vivos e saudáveis temos que aproveitar. Essa é uma das muitas lições que aprendi.

A graça e a leveza de Fred Astaire em cena

A trilha sonora é um show a parte.  Win Mertens é um mestre na arte de compor músicas que mexem conosco e nos levam direto ao ponto. Impossível não se emocionar ao ouvir a melodia que conduz a trama enquanto vemos imagens da guerra, destruição, opressão. Mas nem só de tragédias vive o mundo. Talvez, uma das cenas mais lindas é quando Fred Astaire aparece dançando. A leveza e a graça dele são contagiantes. Logo depois, surge Garrincha, com toda a sua destreza e ousadia futebolística guiando a bola.

Além de cenas e recortes do cotidiano e de acontecimentos históricos, o documentário também faz referência à filmes do início do século, como “Um Cão Andaluz” de 1929, obra surrealista de Salvador Dalí. E assim, o longa percorre várias décadas e vai ganhando diferentes desdobramentos. E o final é surpreendente. Intenso, é assim como podemos descrevê-lo. Melhor do que dizer, é assistir. Pegue uma xícara de café e dê play!

Postado ao som de Struggle for Pleasure – Win Menters (1983)

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